Agradecimentos ao camarada RC por me ter trazido esta esclarecedora notícia: http://www.newsmaxhealth.com/newswidget/Exercise-Cancer-Benefits-Vary-Race/2013/02/12/id/489987?promo_code=F471-1&utm_source=Fox_Health&utm_medium=nmwidget&utm_campaign=widgetphase2
Um novo estudo, publicado no jornal «Cancer», da Sociedade Americana de Câncer, indica que os homens brancos tiram mais benefícios do exercício do que os negros, no que toca a reduzir os riscos de desenvolvimento do cancro da próstata. O exercício ajuda pois os brancos não apenas a reduzir os riscos de cancro de próstata mas também a reduzir os riscos de que contraiam formas mais graves da doença. Os resultados são bem diferentes para os afro-americanos, o que pode explicar a disparidade racial no que respeita ao cancro da próstata no país: diz o investigador Lionel L. Bañez, do Centro Médico dos Assuntos dos Veteranos de Durham que «estas descobertas de que os afro-americanos podem não beneficiar do exercício físico tal como os caucasóides beneficiam podem contribuir para que se perceba... porque é que a raça é um factor de risco para o cancro da próstata e para o cancro agressivo da próstata.» Acrescentou que «são necessários mais estudos para investigar o mecanismo por trás desta disparidade racial no modo como os benefícios do exercício físico para (os doentes do) cancro desfavorece os afro-americanos.» Os estudos mostram até que os afro-americanos só agravam o risco de morrerem da doença ao fazerem exercícios.
É preciso que vá o SOS Racismo, bem como a comunidade científica dominante, explicar ao cancro da próstata que as raças não existem... ou então mandar prender o cancro da próstata por discriminação...
Ou então silenciar rapidamente esta descoberta, para que todos os pacientes sejam tratados da mesma maneira independentemente da raça porque «a doença não tem cor!», tal como o crime, pois claro que não, e, por uma questão de igualdade, tirar o exercício físico a todos os doentes de cancro da próstata e acabou, porque já se viu que não tem efeito positivo e se calhar até faz é mal...
A notícia serve também para recordar o perigo físico que é a miscigenação, a qual agrava outros problemas já de si graves, tais como o contágio da sida e o transplante de espinal medula.
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