Fontes:
Em França, o governo quer instruir todos os seus funcionários públicos na luta contra o racismo e anti-semitismo com um módulo obrigatório no seu treino inicial, segundo as conclusões de um comité inter-ministerial realizado ontem em Matignon.
Depois de um notório acréscimo dos actos anti-semitas (mais cinquenta e oito por cento) e islamofóbicos (mais vinte e oito por cento) em 2012, de acordo com os dados revelados pelo Ministério do Interior, o primeiro-ministro Jean-Marc Ayrault convocou uma reunião de vários ministros para relançar a lutra contra o racismo.
Prepara-se o aumento de visitas escolares aos «locais de memória» (sítios onde houve situações históricas de racismo), das campanhas de sensibilização a respeito do uso da Internet, além da obrigação da Televisão Francesa - estatal - de apoiar a luta contra a formação de preconceitos, etc..
Algumas organizações do tipo «casas de fraternidade» (Maison des Potes) afirmam entretanto que isso ainda é pouco... uma delas, o Conselho Representante das Associações Negras, declarou que «antes de fazer novas promessas, o governo deve (...) dar direito de voto (aos africanos) em eleições locais (...)».
Durante o Estado Novo, em Portugal, todo o funcionário público era obrigado a assinar um documento a declarar não ser comunista. Era um tempo de ditadura, aquele, e a doutrina oficial do Estado era anti-comunista... se hoje algum Estado europeu tivesse este tipo de procedimento no seu funcionalismo público, aqui d'el rei que os tempos do fascismo ainda não tinham acabado... a menos, claro, que em vez do anti-comunismo a ordem seja a do anti-racismo. Nesse caso ninguém nos grandes mé(r)dia estrebucha ou sequer pia, porque agora a doutrina oficial é outra - e é imposta à mesma sobre todo o funcionário ao serviço de um Povo, num país europeu de relevância central, onde a maioria dos empregados trabalha para o Estado. Aí deixa pois de ser possível laborar oficialmente para o Povo sem passar pela evangelização reforçada, o que confirma, mais uma vez, que o «Anti-Racismo» é, de facto, a «religião» oficial do Estado no Ocidente actual.
Contra tão obscena falsificação elementar e flagrante da Democracia, só o Nacionalismo se ergue, a única Resistência europeia organizada.
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