segunda-feira, 1 de abril de 2013

BELA CACHOEIRA

AOS LUSO-KALAIKOIS

PORTUGAL PRECISA DE SI - JUNTE-SE AO PNR

A COR E A RAÇA DA CIVILIZAÇÃO CLASSICA

A COR DO SAGRADO

ALOGENOS DO POS-ROTAS IMPÕEM O QUE QUEREM NA TERRA ALHEIA E NO MERCADO ALHEIO

ALÓGENOS TURCOS NA ÁUSTRIA CONSEGUEM MESMO OBRIGAR A LEGO A RETIRAR PRODUTO DO MERCADO
A empresa Lego aceitou retirar do mercado o conjunto “Palácio do Jabba” da coleção "Guerra nas Estrelas" depois de exigência feita pela Comunidade Turca na Áustria.
Os muçulmanos acusaram a Lego por esse brinquedo ofender os sentimentos dos crentes e fomentar a discórdia inter-étnica.
Na opinião dos muçulmanos, o palácio do Jabba é muito parecido com uma mesquita e a sua torre de vigia com um minarete. Também os habitantes desse castelo ficcional são vilões armados com espadas e canhões.
Além disso, a expressão “al-Jabbar" em árabe significa “Omnipotente” e é usada como um dos 99 nomes de Alá no Corão. Considerando tudo isso, os muçulmanos reconheceram o brinquedo da Lego como uma expressão de “racismo cultural”.
Esta é a continuação de um caso noticiado neste blogue aqui há meses. Eu bem espero que esta seja uma notícia de aldrabice primeiro-de-abrileira, mas não custa acreditar que tenha mesmo acontecido, tal é o grau de dimitude que caracteriza a elite político-cultural ocidental...
Como se disse anteriormente, a Lego mais não faz do que reproduzir um modelo inteiramente criado pelos autores da série de ficção científica «Guerra das Estrelas». Não têm pois nem de retirar seja o que for do mercado nem de pedir desculpas - muito menos desculpas a alógenos que em terra alheia têm a arrogância de exigir poder interferir proibitivamente na vida cultural do país que os acolheu.

Fica pois lavrado mais um insulto à liberdade e soberania dos Europeus na sua própria terra. É mais um para a contagem que, um dia, pode ser toda paga, com os devidos juros.

MAIS UMA PROVA DE QUE SÓ O SEPARATISMO TOTAL BEM LONGE DOS KOSHERS RESOLVE

NO REINO UNIDO - VICE-PRESIDENTE DE CLUBE DE FUTEBOL DEMITE-SE PORQUE O NOVO TREINADOR TEM IDEIAS POLÍTICAS DIFERENTES DAS DELE...
Paolo Di Canio ainda não fez 24 horas como treinador do Sunderland, mas a sua nomeação já está envolta em polémica. Mal o nome do ex-jogador italiano foi anunciador, o vice-presidente do Sunderland, David Miliband apresentou a demissão devido às convicções de extrema-direita do novo técnico.
E Di Canio também já recebeu um aviso de Piara Powar, diretor da Football Against Racism in Europe (FARE), para que evite manifestações fascistas ou racistas.
«Quando existe um aumento de intolerância e há um treinador na Premier League, a liga mais vista mundialmente, que ainda não clarificou nem quis renunciar às suas visões fascistas durante a sua estadia no Reino Unido, tratam-se de tempos preocupantes», afirmou Powar.
O presidente da FARE admitiu também que poderá haver «perigosas repercussões» se as suas convicções politicas não forem prontamente contestadas e que as suas atitudes como treinador na primeira liga inglesa terão de ser responsáveis perante os adeptos.
Em 2005, Di Canio disse à agência italiana de notícias Ansa: «Sou fascista, não racista». E agora mostra-se revoltado com a forma como as suas convicções políticas estão a ser encaradas e garante que descreve-lo como racista «é estúpido e ridículo».
«Não tenho problema com ninguém. Não sei porque tenho que estar sempre a repetir a minha história e a defender-me de acusações que não me dizem respeito cada vez que mudo de clube. Racismo? É estúpido e ridículo», afirmou o treinador do Sunderland num comunicado divulgado pelo clube.
«A minha vida fala por mim. Claro que me magoa as pessoas estarem a pôr em causa a minha dignidade, não é justo. Eu tenho valores e o que me magoa mais é estarem a pôr em causa os valores que os meus pais me passaram. Isso é inaceitável», frisou.
«As pessoas criaram uma história sobre mim que é diferente da verdade. Eu expressei a minha opinião numa entrevista há muitos anos e houve partes que foram tiradas do contexto conforme os interesses dos media. Usaram o que eu disse de forma muito negativa. Por vezes os media precisam de um grande título e uma grande história», acusou.
Di Canio garantiu ainda que não vai para a Premier League falar de política. «Não quero falar de política, não é a minha área. Não estamos no Parlamento. Quero falar de futebol, dos meus jogadores, da direcção e dos adeptos. É essa a minha prioridade. Não quero falar mais de política. Não sou uma pessoa política», garantiu.
Os responsáveis do Sunderland também se mostram agastados com a polémica. «É muito triste ler as reacções à escolha do Paolo e acusá-lo de racismo insultuoso para ele, mas também para o clube», frisou Margaret Byrne.

É mais um caso de escrupulosa devoção à Boa e Sã Doutrina da Santa Madre Igreja Anti-Racista e Multiculturalista dos Últimos Dias do Ocidente - mais um profissional que denuncia um colega ou semi-colega, pondo a sua moral «religiosa» anti-racista acima do mais elementar profissionalismo. Este é um traço típico do totalitarismo: a omnipresença do ideal imposto de cima para baixo - pela elite ao povo - em todos os aspectos da vida humana, mesmo naqueles que não estão directamente relacionados com a ideologia, como é o caso da competência técnica no desporto.

Só o Nacionalismo é resposta para esta doença que é o anti-racismo universalista e totalitário.

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