quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

CIVILIZAÇÃO ISLAMICA RE-EMERGENTE CONQUISTA PELOS BASTIDORES O EX-OESTE DECADENTE..

SOBRE A SUSPEITA SIMPATIA EXTREMA DO PRESIDENTE DA CIA PELO ISLÃO
Nos EUA, um ex-agente do Departamento Federal de Investigação (FBI), John Guandolo, activista anti-islâmico, declarou recentemente haver indícios de que o recentemente nomeado director da Central de Inteligência Americana (CIA), John Brennan, de ascendência irlandesa, converteu-se ao Islão entre 1996 e 1999, quando era chefe regional da CIA em Riade, capital saudita.
Guandolo, que se retirou do FBI em 2008, contou via Skype no programa radiofónico Trento Radio Show que Brennan converteu-se ao Islão na Arábia Saudita e que visitou Meca e Medina na peregrinação maciça anual, acompanhado por altos funcionários sauditas, o que seria, na opinião de Guandolo, uma prova da conversão de Brennan. Guandolo diz haver um vídeo que mostra Brennan na Arábia Saudita a dizer-se «maravilhado com a majestade do haj (peregrinação a Meca) e a devoção dos que cumprem esse dever realizando esta peregrinação.» Guandolo considera isto como prova da conversão de Brennan, uma vez que os não muçulmanos não estão autorizados a visitar Medina e Meca, muito menos na época do haj. E acrescenta: «os factos são confirmados por funcionários do governo dos EUA, que estiveram também na Arábia Saudita quando John Brennan também lá estava. Foram testemunhas directas das crescentes relações com pessoas que trabalham para o governo da Arábia Saudita e presenciaram a sua conversão ao Islão.» Como seria de esperar, Guandolo considera Brennan inadequado para liderar a CIA. De notar que este último foi nomeado para o cargo que agora ocupa pelo presidente mulato, depois de o anterior director da CIA, David Petraeus, se ter demitido na sequência de um escândalo sobre a sua relação extraconjugal.
E, sendo ou não verdade que Brennan se tornou muçulmano, do que não há dúvidas é que se tem salientado pela sua pró-islamice, como se pode ler aqui: http://www.wnd.com/2013/01/pro-jihadist-john-brennan-to-head-cia/ É daqueles que diz que os terroristas islamistas não devem ser nomeados em termos religiosos, ou seja, não se deve dizer que são islamistas, porque, afirma, são simplesmente vítimas de «forças políticas, económicas e sociais», enquanto por outro lado garante que a jihad é muito boa e um legítimo objectivo, porque significa, diz, «purificar-se a si mesmo e à comunidade e não há nada de puro e legítimo em assassinar homens, mulheres e crianças inocentes». Chamar «jihadistas» aos terroristas seria a seu ver admitir que estes lutam por uma causa religiosa. Seria pois mais ou menos o mesmo que dizer que os terroristas de Extrema-Direita ou de Extrema-Esquerda não o são de facto, porque tanto os militantes políticos de Extrema-Direita como os de Extrema-Esquerda são a favor da ordem e da justiça e opõem-se à matança de inocentes...
Já agora, vale a pena notar que em matéria de nomeações de politicamente correctos o presidente mulato dos EUA não se ficou por ai. O secretário da Defesa norte-americano, Chuck Hagel, anti-israelita e pró-islamista dos quatro costados, nem queria queria que os terroristas da Hezbollah fossem considerados terroristas pelo governo dos EUA.

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