Poderá então vir a existir um nacionalismo europeu apaixonado e genuíno? Sim, não devemos esquecer um factor crucial: a pressão do exterior!!! Somente quando os europeus ficarem encurralados – enfrentando a extinção da sua raça e o colapso total da sua civilização –, só então serão capazes de se olhar mutuamente como irmãos e irmãs. É um facto psicológico conhecido que as experiências trágicas, quase fatais, unem os povos e a Europa está agora a enfrentar a morte de frente. Os nossos inimigos vêem-nos como um só – eles não se importam se somos finlandeses ou portugueses, espanhóis ou suecos –, eles querem apenas atacar-nos porque somos brancos e europeus – é desta forma que realmente os nossos inimigos nos vêem: uma raça, uma nação, uma civilização.
Naturalmente, existem também muitos factores internos que estão a empurrar os europeus para uma união mais profunda, mas a força decisiva é definitivamente a ameaça externa. A hora do despertar para o nacionalismo pan-europeu chegará, quando os europeus forem mobilizados de repente por fortes emoções pela questão identitária, para além da sua própria nacionalidade. Quando os finlandeses se revoltarem pelas violações em grupo de meninas suecas por rufias imigrantes e quando os noruegueses forem consumidos pela fúria ao verem carros a arder em Paris, etc., etc., então estaremos no trilho certo.
Naturalmente, existem também muitos factores internos que estão a empurrar os europeus para uma união mais profunda, mas a força decisiva é definitivamente a ameaça externa. A hora do despertar para o nacionalismo pan-europeu chegará, quando os europeus forem mobilizados de repente por fortes emoções pela questão identitária, para além da sua própria nacionalidade. Quando os finlandeses se revoltarem pelas violações em grupo de meninas suecas por rufias imigrantes e quando os noruegueses forem consumidos pela fúria ao verem carros a arder em Paris, etc., etc., então estaremos no trilho certo.
Kai Murros, ideólogo nacional-bolchevique finlandês (fonte: http://legio-victrix.blogspot.pt/2011/04/kai-murros-um-finlandes-radical.html )

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